quinta-feira, 8 de julho de 2010

Dicas para amamentar

- Assim que nasce deve-se colocar o bebé imediatamente ao peito, o que não só promove a produção de leite com é óptimo para o bebé e para a mãe.
- Amamentar a pedido - não estabeleça horas para o bebé mamar, ofereça sempre que ele quiser. Ao inicio pode ser complicado e cansativo, pois a maioria dos bebé vai querer mamar de 2 em 2 horas ou 3 em 3, e isto também durante a noite. Mas apesar de ser difícil vale a pena pois desta forma promove-se a melhor produção de leite e o bebé sente-se amado, protegido e confia em si. E ao longo do tempo ele criará o seu próprio ritmo.
- O bebé deve colocar o mamilo completamente na boca (no meu caso precisei usar uns bicos de silicone com os quais funcionaram lindamente);
- Sente-se confortavelmente, com um bom apoio para os braços (existem umas almofadas de amamentação óptimas).
- Uma boa alimentação, beber bastante água e chá de Anis e Funcho também traz muitas vantagens.
-Alguns cuidados com os seios: não os lave após cada mamada. Aplique um pouco do próprio leite no bico. Deixe-os sempre que possível ao ar livre. Caso comecem a doer experiente dar de mamar em diferentes posições (sobre a barriga, debaixo do braço, deitado (para de noite esta é óptima (comigo funcionou :))
- Os primeiros 5 minutos da amamentação o leite é mais fluido, este leite serve para matar a sede do bebé, só depois é que o leite fica mais rico em gordura e proteínas. Por isso é tão importante dar todo o leite de uma mama e só depois passar para a outra. (no inicio o Leo chegava a estar 20 minutos em cada mama)e na próxima mamada deve oferecer a mama que ele não esvaziou;
- Demore o tempo necessário - durante a amamentação você não oferece só leite mas atenção e carinho. Olhe o seu bebé nos olhos, fale ou cante para ele, torne este momento um momento de prazer para os dois.

Amamentar é carinho

Através da amamentação fornecemos a perfeita alimentação para o nosso bebé, mas não só. É carinho, atenção, calor, protecção...
O medo de não conseguir amamentar é na maioria dos casos sem fundamento. Ele existe por falta de apoio e informação. No entanto, muitas vezes demora e é complicado até que a mãe e o bebé se sintam bem com a amamentação. Temos que confiar no nosso pequenino - a linguagem corporal do nosso bebé diz-nos rapidamente se tem fome, se já está satisfeito ou se simplesmente só quer mimo.
Vou contar como as coisas aconteceram comigo. O meu tesouro nasceu na Alemanha, fui desde o nascimento incentivada e ajudada para que a amamentação corresse bem. O Leo nasceu prematuro (às 34 semanas) o que torna tudo ainda mais complicado, pois demora mais para que o leite se comece a formar. O parto foi de cesariana e de emergência o Bebé tinha que nascer :( Eu tinha o raro HELLP-sindrome. O Leo foi para a incubadora e transferido de hospital e eu fiquei 4 dias nos cuidados intensivos com algumas sequelas. Passados dois dias nos cuidados intensivos o meu leite começou a descer mas devido à medicação o Leo não o poderia beber, então eu tirava com uma máquina e deitava para o lixo (o que era muito difícil) para permitir que mais tarde tivesse oportunidade de amamentar. Tirava leite de 2 em 2 horas. E ao fim de 4 dias sai dos cuidados intensivos e levaram-me a ver o meu tesouro, finalmente... A partir do momento que já podia amamentar mandava o leite para a clínica do Leo e quando me permitiam ia eu mesma amamenta-lo, tempos complicados mas que valeram o sucesso :) o Leo aumentou muito bem de peso e quando recuperados fomos para casa. Amamentei o Leo exclusivamente até aos 6 meses e hoje com quase 10 meses amamento 3 a 4 vezes ao dia e corre lindamente :)
O inicio é muito complicado mas com muita força e apoio dos pessoal médico e da família consegue-se. Não há melhor que o leite materno, protege o nosso tesouro e dá-lhe segurança. Sabem que mais, com quase 10 meses o Leo nunca ficou doente :)

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Educar um filho

Que tipo de pessoa queremos preparar para que mundo? A forma de tratar o nosso filho é uma influência significativa na sua personalidade ou isso é culpa dos genes?
Muitas vezes ouvimos frases do tipo: "Que criança tão irrequieta? Tem mesmo cara de traquina. Não há nada a fazer"; "A tua filha é tão calminha e comporta-se lindamente."
Por vezes irmãos criados da mesma forma são tão diferentes, um anjo e um demónio... Qual é o nosso papel no meio disto tudo?
As crianças são todas diferentes, respondem de forma distinta aos mais variados estímulos. Porém, a nossa atitude perante elas poderá encontrar pontos em comum.
Não tenho duvidas, que pais dedicados tenham as melhores intenções quando educam um filho preparando-o para os desafios que este vai enfrentar no futuro, uma tarefa difícil e muitas vezes frustrante por ser difícil dar boas respostas a cada situação.
É importante que os pais valorizem os seus filhos pelo que eles são. E nós estamos para dar o exemplo, se ao acordá-lo pela manhã lhe dermos um bom dia com um sorriso ele acordará bem disposto, mas se pelo contrário chegarmos à porta do quarto e em voz alta o acordarmos com "Levanta-te que já é tarde, despacha-te!" não me parece que tenha o mesmo resultado. Se quando ele faz uma asneira em vez de o repreendermos imediatamente tentarmos compreender o que aconteceu e explicar-lhe que não se faz, não terá um resultado mais feliz? Nós adultos também fazemos asneiras...
Na minha opinião é tudo uma questão de atitude. Ao tratar alguém com carinho, atenção, dedicação colherá certamente melhores frutos.
É certo que há dias que não há paciência, que estamos cansados mas não podemos desesperar somos humanos cometemos erros, o importante é termos consciência disso e corrigi-los.
Pensamento positivo é a chave, deixa-nos bem dispostos e prontos para enfrentar os momentos mais dificeis. E claro, muito carinho à mistura :)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Mãe não tem limite... é tempo sem hora

Ser mãe é Amar, Encaminhar e Educar aquele pequeno ser para a vida, uma tarefa séria e de imensa responsabilidade, a qual o instinto de ser mulher e mãe dedicada a torna mais fácil.
Muitas vezes surgem dúvidas: Será que estou a fazer o que está certo? Como a educação que dou irá interferir na vida do meu filho? Será que eu sei ser boa mãe?...  As respostas nem sempre aparecem claras ou no momento certo. Mas com certeza, aquele sentimento indescritível de segurar o nosso bebé, amamentá-lo, vê-lo crescer, enfim, estar com ele, dando de nós aquilo que nos vai na alma e no coração, são muitas vezes um ponto final às tantas dúvidas e medos que sempre irão surgir no decorrer da vida.
Não quero aqui menosprezar o papel do pai: o amor, a confiança... a segurança que o pai transmite são a peça complementar da criação de uma nova família. na qual se pretende que a criança cresça de forma mais saudável e equilibrada.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...