segunda-feira, 23 de agosto de 2010

O que eu acho que faria nesta situação II

O que eu faria vai ao encontro com as vossas opiniões, faria igualzinho como a Minéia descreveu. Mas na discussão que tive sobre este assunto havia quem achasse que umas palmadas seriam mais eficientes, que uma criança tão pequena não vai com conversas e numa situação tão grave como esta tem que ficar bem gravado que o que ela fez está completamente errado. As crianças têm que ser mais velhas para irem só com conversas.
Ou seja, numa situação destas perigosa e com uma criança tão pequena temos mesmo que recorrer a palmadas.
E se fossemos a mãe da criança magoada? Teríamos a mesma opinião?
Eu quero estar completamente desacordo, mas apesar de saber que palmadas não resolvem nada, sei que podem acontecer, a mãe fica extremamente nervosa com a situação de perigosa que foi e dá uma palmada à criança, aliviando assim a sua própria aflição. Se tal me acontecesse morreria de seguida de arrependimento. Mas acredito que não exista muita gente que nunca deu uma palmada a um filho, por falta de paciência, por nervosismo ou por a situação ser de tal maneira perigosa que perdemos o controle.
Não quero educar o meu filho com palmadas, pois sei que estas não resolvem, por vezes até dificultam a situação. Conheço casos em que mães recorrem a palmadas e vejo que estas não resolvem mesmo nada. A criança não aprende que fez mal a criança fica assustada, triste e zangada, aprenderá a ter medo, a não ter confiança nos pais, pois bater humilha e não é a humilhar que se educa uma criança para um dia ser um Homem responsável e seguro de si.

O que farias nesta situação?


A situação que apresento provocou grande discussão de ideias cá em casa um dia destes. Gostaria de ter mais opiniões. Partilhem comigo.

"O seu filho está a brincar com um amiguinho, aparentemente, tudo corre bem até que de repente o seu filho ao brincar no escorrega empurra com violência o amiguinho, este cai no chão e magoa-se com alguma gravidade."

O que fariam no momento imediato que esta situação ocorresse? Como reagiriam com o vosso filho?

domingo, 22 de agosto de 2010

Obesidade infantil II

Hoje deixo aqui um vídeo muito interessante de um programa muito louvável no combate à obesidade infantil. Com uma média nacional de 32% de crianças obesas espero que brevemente este programa seja alargado ao resto do país.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Os pais não têm que ser perfeitos

Já repararam naquela mãe da publicidade de um detergente qualquer, que recebe o filho com um sorriso quando este chega a casa com a T-shirt suja de lama? Que mãe perfeita... Como é que reagiriam vocês? Provavelmente ficariam zangados de ver a T-shirt tão suja e se estivessem sem paciência como muitas vezes acontece, levantariam a voz ou colocariam o pequeno de castigo... 
Existem prateleiras cheias de conselhos de como Educar, temos muito para ler e analisar... mas quando alguma coisa corre de forma diferente daquela que lemos e acreditamos,  quando por um momento fizemos o que achamos que está errado, surgem as dúvidas sobre as nossas qualificações educacionais, batendo fundo na nossa auto-estima.
Como pais estamos constantemente a reflectir e a questionar a forma como educamos os nossos filhos e muito frequentemente ficamos agarrados à pretensão de sermos perfeitos. No entanto, esquecemos-nos que perfeito pode talvez ser uma casa, um carro, mas um Homem é um Ser não lapidado, que comete falhas, que tem alterações de humor... É assim que são os pais e é assim que são os filhos... não somos perfeitos.
Numa pequena família encontramos diferentes personalidades, características, limitações... e esta é uma boa comunidade quando todos os pequenos erros humanos que  possam acontecer não a venham a ferir num todo. A vida é nesta situação a oportunidade de crescer juntos.
Como seria aborrecida uma família de pessoas perfeitas!! Crianças que não conhecem a palavra "não" mas que sabem estar e obedecer aos pais. E pais sempre a sorrir e equilibrados, sempre pedagogicamente correctos. Respondendo as desavenças dos filhos de forma compreensiva, sendo bem sucedidos profissionalmente e conseguirem organizar a casa sem falhas. Que família esta sem vida... sem conquistas... sem desafios...
Porque temos tanto medo de errar? Porque esperamos tanto de nós, querendo alcançar o perfeccionismo?
Talvez porque o mundo em que vivemos se tornou num mundo de possibilidades e aparências, frequentemente vemos nos média vedetas, às quais as imperfeições físicas são corrigidas cirurgicamente, para cada problema parece haver sempre uma solução simples. Só nós mesmos, com as nossas dores e imperfeições, parecemos não encaixar neste mundo perfeito.
Os pais que se sentem na obrigação de serem perfeitos esperam também ter filhos perfeitos. Ter uma criança que só traga boas notas para casa, que seja boa a desporto e nas aulas de piano. Estes pais guiam a criança segundo as suas expectativas sem limites e quando esta tomar o seu caminho e por qualquer motivo não corresponder as expectativas dos pais, estes sempre poderão dizer "Fizemos tudo por ti". Dizendo isto, parece que como pais estão a exigir os juros do empréstimo que o filho concedeu a alguns anos.
Todos sabemos que não somos perfeitos e que cometemos inevitavelmente falhas, será mais honesto dizer:  "Nós não conseguimos fazer tudo o que realmente queríamos. Tentámos dar-te uma boa infância mas várias vezes atingimos os nossos limites. Tivemos muitas vezes de nos chatear contigo e com nós próprios. Mas nós gostamos mesmo muito de ti". Não acham?
As crianças não precisam de pais que "fazem tudo por elas". Elas precisam antes um honesto "Estou exausta/o demais para brincar contigo", de alguém que apesar de estar do seu lado lhe mostrou o dever  burocrático. Um ambiente acolhedor, um lugar onde ser lide uns com os outros de uma forma equilibrada e relaxante, tolerância com o outro e consigo mesmo são, na minha opinião, o clima familiar que permite que a criança cresça.

Vamos dar o nosso melhor na educação dos nossos filhos tendo consciência que somos Humanos...

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

LER + dá Saúde

Já faz algum tempo tive conhecimento deste fantástico projecto:  Ler + Plano Nacional de Leitura, o qual tem o objectivo de incentivar os portugueses à leitura. É uma iniciativa do Governo extremamente louvável.
Nas escolas, hospitais, bibliotecas é incentivada a leitura, existem uma série de livros aconselhados pelo projecto, direccionados essencialmente para crianças.
A escola onde andam os meus sobrinhos aderiu a este projecto, todas as crianças levam regularmente livros para casa para lerem com um membro da família.
Acho extremamente importante incentivar os pequenos a ler, nos tempos que correm as crianças têm demasiadas distracções, como computadores, vídeo-jogos, Internet, televisão e se não forem  orientadas e incentivadas a ler será muito difícil pegarem e viajarem por elas mesmas num livro.
Mamãs e Papás vamos incentivar a leitura, abrir a imaginação e criatividade das nossas crianças através das páginas de um bom livro... porque ler dá Saúde :)

in: http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/lermaisdasaude/

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Mãe a tempo inteiro e a Sociedade

Para se decidir ser Mãe a tempo inteiro tem, sem duvida de se abdicar de muita coisa tanto a nível financeiro como a nível profissional... o que pode trazer algumas duvidas e receios. No meu caso, pensei que não me iria sentir completa mas enganei-me, sou uma mãe e dona de casa realizada e feliz.
No entanto, excluída dos contactos profissionais a sensação de estar a desligar do mundo pode fazer-se sentir. é muito importante manter firme o nosso leque de amigos, sair, arranjar tempo para o casal, ler jornais e manter-se actualizada... Porque senão, não tarda só saberemos falar de crianças :)
Uma Mãe a tempo é muitas vezes alvo de criticas por parte dos outros, confrontada com perguntas do tipo: "Como és capaz? O que é que fazes durante o dia todo?", não é fácil. Eu respondo, que raramente tenho 5 minutos para me sentar no sofá, ter um bebé não se pára o dia inteiro; é um esforço que passa pela vontade de estar com os nossos filhos e dar-lhe o melhor e o confronto de ter tirado um curso durante cinco anos, estar a trabalhar e voltar a ficar em casa...
Quando se toma a decisão de ficar em casa, um dos maiores constrangimentos é, obviamente, deixar de receber um ordenado. A maioria das famílias depende de 2 ordenados e torna-se difícil prescindir de um deles. Uma mãe que pretenda tomar conta dos filhos é considerada inactiva e não tem ajudas. Em outros países como no caso da Alemanha, ser Mãe é considerada uma profissão, existem apoios financeiros, de saúde e os anos como mãe contam futuramente para a reforma.
Lamento que, ser Mãe a tempo inteiro, não seja apoiado pela Sociedade em geral, pois do meu ponto de vista só existem vantagens para todos, uma Mãe dedicada ajudará sem duvida na construção de uma sociedade melhor... de um mundo melhor...
Lamento a tendência das empresas em prolongarem os horários de trabalho, por um lado as pessoas tem receio, porque o mercado de trabalho está péssimo, e hoje em dia existem mesmo empresas em que a pessoa  é mal vista por sair a horas (o que é bom e bonito é sair fora de horas). E por outro, existem os "Workaholics" da nossa geração, gostam de ter filhos mas não se importam de os ter longas horas em colégios e amas. E a vida passa assim...
Acho óptimo que as crianças frequentem as escolas e outras actividades para evoluírem, mas a educação tem de ser em casa e não é em poucas horas que ficam disponíveis depois de um dia cheio de trabalho, cansados e sem paciência, que se educam crianças, que se dá carinho, que se dá amor e que se dá atenção...
Cada vez existem mais crianças sozinhas, crianças cujos pais têm mesmo que trabalhar e que estão o dia inteiro entregues a si próprias...
Estou convencida que muitas mulheres, se pudessem escolher, não hesitariam em ser Mães a tempo inteiro, mas, infelizmente a maior parte delas tem mesmo de trabalhar...esta é a sociedade que temos...

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

A televisão e a família

Faz algum tempo que discutimos cá em casa a presença ou não da televisão, estamos seriamente a pensar vender ou mesmo oferecer, ela raramente é usada e cada vez que o fazemos ficamos com a ideia que perdemos tempo, muito raramente se aprende alguma coisa (quando isso acontece não nos podemos esquecer que poderíamos saber o mesmo em menos tempo através de livros ou da Internet) e quando queremos ver um filme para nos divertirmos e/ou descontrairmos não há necessidade de sermos bombardeados por publicidade, passando um filme de 2 horas a demorar 3h, basta simplesmente arranjarmos um DVD.
Tenho andado a pensar no papel da televisão nas famílias, da televisão actual na qual não consigo encontrar alguma coisa que valha a pena, fiquei chocada com as novelas que passam na televisão, uma tal de "Mundo de Pati"... o que é aquilo? Acho sinceramente que programas deste tipo "burrificam" aqueles que  o vêem. Mas não é só os conteúdos que esta caixinha preta nos mostra que me deixam perplexa mas também o tempo que as pessoas passam frente a este. Acreditam que não conheço uma única casa portuguesa em que não exista uma televisão na cozinha? Quando pensei nisto fiquei chocada...
Sobre este assunto encontrei um artigo muito interessante que aconselho a leitura:

"A televisão como novo membro de família"

Dra. Lara R. Alves, Psicóloga Clínica
As famílias portuguesas estão, cada vez mais dependentes da televisão. Esta ideia, embora já bastante discutida, assume nova importância quando empresas de sondagens divulgam dados reais.

O consumo de televisão aumentou 4,6% entre Janeiro e Outubro face a igual período em 2003. Nos primeiros 10 meses de 2004, cada residente no Continente com idade superior a 4 anos, viu, por dia e em média, 3 horas, 32 minutos e 17 segundos de televisão.
É ainda importante referir que embora sejam os jovens que vêem menos televisão (comparando-os com idosos acima dos 65 anos e donas de casa), é na classe etária entre os 15 e os 34 anos que se regista uma maior subida, rondando os 10,3%.
Temos então que pensar não só no que poderá estar a levar a um aumento do consumo da televisão mas também nas implicações que advêm dessas razões e nas suas consequências para a educação dos jovens de hoje.
Para compreendermos este fenómeno, em primeiro lugar, é necessário compreender a mudança de características e de valores que a sociedade tem sofrido.
A sociedade outrora simplista, virada para o sacrifício, para a moralidade e para a palavra, está agora orientada para o consumismo, para o hedonismo (busca do prazer), para a amoralidade e para o sentir. Basta para entender esta mudança observar a evolução da banda desenhada, antigamente repleta de balões com texto e agora com apenas imagens.
Neste sentido, é natural que os jovens procurem, dentro desta ordem de ideias, estímulos e comportamentos orientados para esta busca do prazer e do sentir. A televisão aparece assim como o meio mais prático e mais barato para satisfazer esta busca.
Esta razão, por si só poderá explicar o aumento da visualização da televisão na sociedade portuguesa, no entanto existem outros factores que podem estar a influir este comportamento. É necessário avaliar até que ponto poderão os pais estar a fomentar este consumo: quantas vezes se ouvem frases como “deixa-te estar sossegadinho a ver televisão!” ou “vai ver televisão e não chateies!”.
Estas frases parecem demonstrar um profundo mal-estar familiar onde os filhos são tratados como um mal de que é necessário prevenir de contacto, eliminando o verdadeiro modo de educação, “o estar com…”, onde é essencial a relação humana ao invés de apenas co-habitação. Estes comportamentos acabam por criar assim uma cultura apreendida de consumo da televisão.
Parece ainda existir algo mais… parece que as crianças acabam por desenvolver desde uma idade bastante precoce uma “relação” de companheirismo com a televisão pois esta acaba por ser a companhia após a escola, na hora das refeições e na ajuda dos trabalhos de casa.
Não será pois de estranhar que, segundo o relatório anual da OCDE, a família portuguesa seja aquela que em toda a Europa passa menos tempo com os filhos. A televisão acaba por ser a única coisa que colmata a necessidade de segurança e de afectos que a criança necessita.
Por outro lado, é preciso ainda pôr a hipótese que a televisão poderá ser a única fonte de ligação familiar: basta pensar nas famílias em que o único contacto familiar social se rende ao serão em frente à televisão visionando a telenovela, um filme ou um concurso televisivo. Esta acaba por ser uma forma negligente de cuidar que, a longo prazo traz danos afectivos e relacionais graves.
A criança aprende deste modo a relacionar-se com os outros, comprometendo não só a socialização familiar mas também a socialização com os pares.
Sendo este o único modo que conhece de relacionamento, progressivamente, vai assimilando-o como normal e ensinando-o aos seus próprios filhos.
Passando de geração em geração, acaba-se por formar uma cultura de consumo televisivo, tornando estas questões cada vez mais problemáticas e enraizadas socialmente.
Visto que, ao que parece a televisão encontrou um lugar como um novo membro da família, é essencial debruçarmo-nos sobre o tipo de informação que esta passa para as nossas crianças. Tirando alguns programas, de um modo geral a televisão apresenta uma grelha deficiente em termos de valores e educação.
Resta-nos ter esperança que os canais televisivos adoptem uma posição de educador, orientando as suas grelhas para algo mais que programas que rasam a demência e a idiotice apostando na informação para a cultura.
A televisão acaba então, por se tornar um elemento de socialização familiar mas também de companheirismo e educação para a sociedade.
Mas a que preço? As relações afectivas e humanas tornaram-se negligentes. Todos vêm televisão em conjunto mas, intimamente sozinhos. Todos se sentam a uma mesa em conjunto, mas sozinhos com eles próprios… e com a televisão. A televisão tornou-se hoje, um elemento compensador da solidão e da falta de afectividade, quase um mecanismo de defesa que inconscientemente alastrou a toda a sociedade.
Qual a solução? Simplesmente desligar a televisão quando em família, sentar no tapete e brincar com o seu filho, transmitir os seus valores, critérios e atitudes: acima de tudo… educar e aprender a recuperar algo estrondosamente bom: os afectos.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Desafio durante as minhas férias :)

Recebi um desafio da Minéia já faz uns dias mas como estou de férias não deu para cumprir a minha missão. aqui vai agora :) 
Tenho que contar 6 coisas que vocês ainda  não sabem sobre mim.
Já escrevi sobre mim num post anterior "O primeiro selo" e não sei muito bem o que posso acrescentar... mas aqui vai o que me lembro de momento :)
1ª Gosto de analisar a minha vida ao longo dos anos, ter noção de que o tempo passa, mas no entanto, não gosto de festejar o meu aniversário, um pouco caricato;
2ª Detesto esperar por alguém , principalmente nas horas das refeições esperar que todos estejam prontos para ir para a mesa, fico muito irritada quando acontece;
3ª Gosto muito de fazer caminhadas pela floresta e acampar, embora ultimamente não o tenha feito;
4ª Ser mãe tem sido para mim uma experiência fantástica, descobri em mim uma forma de estar na vida que desconhecia;
5ª Adoro amamentar o meu "mais que tudo" é um momento único para os dois, deixa-me feliz e completamente relaxada;
6ª Sempre pensei que me sentiria realizada somente com um vida profissional em pleno mas desde que sou mãe, esta ficou em segundo plano e sabem? Sinto-me completamente realizada e feliz; 

E... desafio concluído!

Para todos os que lêem o meu blog e que escrevem um também, podem pegar neste desafio vou gostar de connhecer mais sobre vocês.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Quais as causas da obesidade infantil?

Fonte: http://enfermped.wordpress.com
Quais as causas da obesidade infantil? Numa pesquisa pela Internet encontrei imensa informação sobre o assunto que me levou a reflectir mais sobre este tema.
Em vários sites da especialidade dizem que as principais causas da obesidade  são certamente, o facto de as crianças comerem demasiado e/ou alimentos demasiado calóricos e não realizarem exercício físico regular. Acrescentam ainda que pode ser suscitada por alguns factores tais como os genes (infelizmente, algumas pessoas estão naturalmente predispostas à obesidade), questões de saúde e o sedentarismo, assim como as questões psicológicas. 
 Li ainda que "De acordo com a British Medical Association, a causa primária deste aumento está relacionada com o equilíbrio de energia: as crianças ingerem grandes quantidades de alimentos face a uma prática de actividade física reduzida".
Mas e os pais? Não serão os pais a primeiríssima causa de obesidade??? Ou estarei eu a pensar mal? Ou o facto de não ser mãe de uma criança que tenha mais autonomia na escolha da sua alimentação não me dá o direito de achar que os pais são a principal causa? Digam-me vocês mães de crianças um pouco mais velhas se estou errada. 
Sei que a sociedade em que vivemos tornou mais difícil o nosso papel, é complicado passar mais tempo com os nossos filhos, temos a publicidade a entrar todos os dias em nossa casa, os computadores, as consolas de jogos, uma menor segurança para deixar os nossos filhos brincar na rua e que tudo isto joga a favor do pior. Mas ainda somos pais, ainda temos o papel de guiar os nossos filhos pelo melhor caminho possível....
Já faz alguns anos vi uma situação que me deixou chocada até hoje, vi uma criança que não tinha certamente mais que 2 anos a beber um biberon de coca-cola.... acham normal? E para não bastar o pai dizia: "Já viram o meu filho? Este é que é homem já bebe um biberon de coca-cola." nem dá para acreditar... E eu na altura fiquei calada, completamente bloqueada, também o que se poderia dizer numa situação destas, em que um pai se julga o maior mesmo estando a ser tão negligente... 
Quando trabalhei como professora fiquei também perplexa com os lanches que as crianças levavam para a escola, ao meio da manhã comiam batatas fritas de pacote, chocolates, pastilhas, isto diariamente... e eu questionava-me quem teriam preparado aquele lanche. Uma mãe???? 
Estes são só exemplos da ideia que me passou pela cabeça e que queria partilhar e saber a vossa opinião.
Somos ou não, como pais, responsáveis pelo que os nossos filhos fazem? Somos ou não, responsáveis pelo que eles comem?
Muitas vezes se ouve falar de Educação Alimentar nas escolas, nos meios de comunicação mas nunca vi os pais a serem responsabilizados....

Um lindo dia para todos...

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Amor e bons exemplos chegam?

O Amor é o mais importante sentimento que podemos dar aos nossos filhos, seguido dos bons exemplos que devemos transmitir o mais frequentemente possível. Com este dois pilares podemos seguramente construir uma educação sólida. Não se faz educação sem amor e exemplos...
Existem crianças que aparentemente o amor e os bons exemplos que os pais lhes dão são suficientes para os tornar responsáveis. amorosos e felizes. Estas crianças aprendem cedo através de bom-senso a aceitação de  limites sem se revoltarem, as chamadas "crianças que não dão trabalho". No entanto, eu conheço muito poucas crianças assim. Com a maioria das crianças as coisas não são tão simples.Amor e bons exemplos são sem duvida essenciais mas não suficientes.
O filho de uma amiga minha tem 2 anos e sempre foi uma criança sem problemas de maior mas desde algum tempo tornou-se rebelde e mau para os amiguinhos da escola, agora aprendeu não sei bem onde a morder as suas vitimas, está completamente irreconhecível ele nunca tinha batido ou mordido outras crianças. A mãe está muito triste e sem saber o que fazer, ele sempre foi uma criança adorável a quem nunca faltou amor, tempo, bons exemplo e mesmo limites definidos. Porque ficou ele assim? Mesmo estando os pais a dar o seu melhor?


Como podemos impedir os nossos filhos de fazer coisas que não se deve fazer? Como os podemos convencer a fazer coisas que não querem - ou seja, as tarefas e obrigações que os pais acham importantes e necessárias? O que podemos fazer se todas as boas palavras e exemplo até agora foram insuficiente e sem efeito?

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Quando dizer NÃO!

Para complementar o post anterior a Cora deu uma ajudinha :)

É este tipo de situações de desobediência e birra que quero evitar por isso me preocupo desde já com a Educação do meu pequeno.
Educar é complicado e não tem fórmulas próprias mas temos que ser firmes, através de uma comunicação sincera e atitudes firmes.
As crianças de hoje em dia mostram-se cada ver mais indisciplinadas, talvez se deva ao facto de os pais passarem cada vez menos tempo com os filhos e quando estão com eles querem dar-lhe tudo para os fazer felizes esquecendo-se, por vezes, que estes momentos acabam por ser um "ceder a tudo" para que a criança olhe os país como " os porreiros" os país fixes e não os pais que os Educam e criam limites que os orientam para a vida.

Ao longo do tempo fomos passando de crianças que viam os país como uma autoridade para crianças que têm o Rei na barriga, são elas que mandam. E este tipo de educação tem-se vindo a reflectir nas escolas, frequentemente somos deparados com noticias de indisciplina na sala de aula, e porque é que isto acontece? É o professor que está a falhar na Educação? Na minha opinião esta está é a falhar em casa, na família.
Será que os pais de hoje se esqueceram das funções de educadores?
Repreensão é função dos pais e é muito importante no processo de educação e esta é feita através da dedicação e também dos limites.
São precisos pais mais disponíveis, abertos que discutam, orientem e saibam dizer "Não".

terça-feira, 20 de julho de 2010

Dizer não a um bebé

O Leo começou faz uma semana a gatinhar, ou melhor a minhocar (ele rasteja não gatinha e parece uma minhoca :)) agora ele quer explorar o mundo. Antes ele queria mexer em tudo mas como não se movimentava, dependia de mim agora quando quer lá vai ele mexer muitas vezes no que não deve.
Quando ele mexe em alguma coisa onde não deve ou se pode magoar eu digo que não e parece-me que ele já entende, mas não quero passar o dia a dizer que não e é normal que ele queira explorar tudo, não é?
Será possível desde já ensiná-lo o que pode ou não fazer? Devemos desde já criar limites?
Especialistas da psicologia infantil defendem que pais que colocam limites e mostram ao bebé até onde este pode ir estarão a fazer com que o bebé se sinta mais seguro e amado. No entanto, numa conversa com uma amiga, ela dizia-me que quando diz "não" à filha, esta chora muito e não obedece de maneira nenhuma fazendo birra, ela acha que bebés nesta idade não são ainda capazes de entender um não. Estas opiniões deixaram-me a pensar... reflecti muito sobre o assunto e cheguei à conclusão que realmente se devem colocar limites... mas não nos podemos esquecer nunca que os limites não são mais importantes do que o nosso filho e que cada criança é única.
Temos que ensinar limites e saber dizer não, com calma e paciência. Os bebés não têm noção de perigo, higiene ou regras sociais e nós estamos aqui para os educar.
Criei então uma estratégia com o Leo:
1º Afastei tudo o que o Leo não pode mexer de maneira nenhuma, assim evito alguns "nãos";
2º Quando mexe no que não deve digo-lhe que não e explico-lhe porquê (embora saiba que ele ainda não entende o porquê);
3º Quando ele repete digo-lhe um "não" mais sério, isto é, olho-o nos olhos mostrando-lhe o meu descontentamento;
4º Quando mesmo assim não funciona desvio-lhe a atenção, dou-lhe um brinquedo ou levo-o para outro sitio, onde ele se esquecerá do que queria fazer e não podia;

Até agora tem funcionado muito bem :)

Qual é a vossa opinião? Devemos criar limites ou ainda é muito cedo para isso?

segunda-feira, 19 de julho de 2010

O primeiro selo


Pois é, hoje quando fui dar o meu passeio habitual pelos blogues que leio deparei-me com este selo e dizia que também era para mim :) Fiquei super contente, alguém se lembrou de mim. Muito obrigada Fernanda és uma querida.
Então cá vai o que me foi pedido:
As regras são: 
1 - Divulgar quem te deu o selo.
2 - Dizer 9 coisas a teu respeito.
3 - Indicar mais 9 blogueiras para ganhar este selo.
1º  Quem me deu o selo, como já disse, foi a Fernanda;
  9 coisas sobre mim....
        1.  Sinto-me completa com esta minha nova profissão: Mãe a tempo inteiro;
        2.  Adoro cozinhar e inventar na cozinha;
       3.  Leio muito e sou uma fã da literatura russa (Tolstoí e Dostoiévski, entre outros).  Ana Karenina de Tolstoi é o meu preferido, devorei este livro;
        4. Adoro trabalhos manuais, faço a minha própria bijutaria e até alguns acessórios como cachecóis e fitas para o cabelo. Agora ando a explorar trabalhos em tear de pregos, até construí o meu próprio tear. :) 
         5.  Sinto-me orgulhosa por saber alemão... e passo a explicar: sempre fui muito má em aprender novas línguas, o meu inglês é péssimo. E até há 3 anos atrás, jurava que não tinha sequer capacidades para aprender uma língua tão complicada como a alemã e por circunstancia da vida cá vim eu parar a este país, no inicio foi muito difícil mas hoje posso dizer que sei alemão embora ainda tenha que estudar mais :)
         6. Gosto muito de viver na Alemanha, do povo e da cultura;
         7. Dá-me muito prazer sentar na minha maravilhosa varanda ao fim de tarde a ver o pôr do Sol e a pensar na vida;
         8. Adoro conhecer pessoas que pensam e questionam o que pensam, analisam a vida que levam  e sabem ter uma conversa critica, não "andam" por ver "andar " os outros;
          9. Sou preguiçosa, devia fazer mais exercício...
  Não conheço tantos blogues :( para já deixo aqui 3:
              -  Nutriverde
              -  Mamae caprichosa
              -  Rafa e Júlia - Crescendo e blogando


quinta-feira, 15 de julho de 2010

Bebé com manha??

Os bebés têm manha? O que é isso de manha?
Será que estou certa? Manha é quando um bebé reclama indefeso pois não sabe falar, não se consegue movimentar, acabou de sair de um sitio onde não tinha frio nem fome não havia barulhos fortes nem luzes intensas, que tem dores, que sofre com tantas mudanças fisiológicas e de ambiente. Que quer se sentir seguro, quer ser alimentado não quer ter frio... ele quer carinho... É isso manha????
Para mim isso é necessidade, necessidade de ter amor, carinho, aconchego, calor. Já pensaram que a única coisa que o aproxima da tranquilidade e conforto que tinha na nossa barriga é o nosso colo, o nosso calor e o ouvir o bater do nosso coração.
Durante o tempo que o meu bebé esteve na clínica de prematuros (como já contei em outro post o meu bebé nasceu com 34 semanas) as enfermeiras diziam que o tempo que eu estivesse ali devia deitar-me com ele sobre o peito para ele sentir o meu calor e o bater do meu coração pois isso fazia-o sentir-se mais calmo e protegido, era bom para o coração dele. Este procedimento acontecia com todos os bebés prematuros da clínica, mesmo aqueles muito pequeninos que estavam ligados a sondas quando possível eram tirados das incubadoras e deitados no peito dos pais. E realmente todos eles se mostravam mais calminhos. Isto fez-me pensar muito... estamos a falar de bebés que nasceram quando ainda deviam estar no quentinho da mamã e que estão a passar dificuldades maiores que bebés saudáveis que nasceram dentro do tempo normal. Mas não acham que a transição "quentinho da mamã" e "mundo real" se deve em qualquer dos casos fazer da forma mais gradual possível?
Quando um bebé chora está a comunicar através da única forma que lhe é possível, não deveremos nós pegar-lhe ao colo e ajudá-lo a sentir-se melhor?
Quando nós temos frio, fome, sede ou precisamos de um ombro amigo... sabemos resolver o assunto mas eles não...
É neste momento que eles mais precisam de nós não se esqueçam disso.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Educar com limites

Ontem num passeio pela Internet li um artigo sobre educar com limites. Todas nós mães desejamos filhos disciplinados que saibam estar em cada situação do dia-a-dia e de preferência que sejam crianças sempre bem dispostas. Claro que isto só acontece nos nossos sonhos. Não podemos esquecer que crianças são seres humanos, têm os seus dias e acima de tudo estão em aprendizagem, logo devíamos ser mais tolerantes quando estas cometem um erro mas normalmente fazemos o contrário, somos mais tolerantes com os erros dos adultos que já deviam ter aprendido a lição, caricato não acham?
Mas a questão fica... Como podemos ensinar, educar, guiar os nossos filhos por um bom caminho? Como podemos educar impondo limites?
Estabelecer regras ajuda a criança a saber comportar-se e a reagir às diversas situações da sua vida, promovendo condições para se desenvolver e se organizar de forma a viver confiante e segura.
No artigo dizia que a indisciplina com relação a horários, desorganização ou birra são alguns dos comportamentos específicos de crianças que evidenciam a falta de limites. Por isso, é importante os pais colocarem regras de forma adequada desde o nascimento dos filhos, e durante todo o seu desenvolvimento. Os pais devem estabelecer limites adoptando uma postura firme e coerente, agindo sempre da mesma forma frente às situações semelhantes e além disso os pais devem dar sempre o exemplo. Mas como poderemos colocar estas regras? E quando as crianças ainda são pequenas e não entendem que o que fazem é errado?
Não existe nada mais importante para as crianças que o Amor e a aceitação dos pais, uma criança com dificuldade em obedecer a regras, em ser disciplinada tem dificuldade em desenvolver de forma adequada a sua capacidade de raciocínio sentindo-se insegura.
Na prática as coisas complicam-se... não é fácil ser mãe... precisamos uma grande dose de paciência e de calma ao impor limites o que nem sempre é fácil. Teremos que ter consciência que o nosso filho pode não aprender à primeira e teremos que repetir tudo mais uma vez, a linguagem utilizada deverá ser clara e adequada à compreensão da criança para que ela possa entender. Não é tarefa fácil...
Mas sabem o que acho? Que acima de tudo uma criança aprenderá mais através de exemplos do que com palavras. E estabelecer limites ao Educar uma criança oferece segurança e uma base sólida na formação da personalidade. É educar com amor.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Dicas para amamentar

- Assim que nasce deve-se colocar o bebé imediatamente ao peito, o que não só promove a produção de leite com é óptimo para o bebé e para a mãe.
- Amamentar a pedido - não estabeleça horas para o bebé mamar, ofereça sempre que ele quiser. Ao inicio pode ser complicado e cansativo, pois a maioria dos bebé vai querer mamar de 2 em 2 horas ou 3 em 3, e isto também durante a noite. Mas apesar de ser difícil vale a pena pois desta forma promove-se a melhor produção de leite e o bebé sente-se amado, protegido e confia em si. E ao longo do tempo ele criará o seu próprio ritmo.
- O bebé deve colocar o mamilo completamente na boca (no meu caso precisei usar uns bicos de silicone com os quais funcionaram lindamente);
- Sente-se confortavelmente, com um bom apoio para os braços (existem umas almofadas de amamentação óptimas).
- Uma boa alimentação, beber bastante água e chá de Anis e Funcho também traz muitas vantagens.
-Alguns cuidados com os seios: não os lave após cada mamada. Aplique um pouco do próprio leite no bico. Deixe-os sempre que possível ao ar livre. Caso comecem a doer experiente dar de mamar em diferentes posições (sobre a barriga, debaixo do braço, deitado (para de noite esta é óptima (comigo funcionou :))
- Os primeiros 5 minutos da amamentação o leite é mais fluido, este leite serve para matar a sede do bebé, só depois é que o leite fica mais rico em gordura e proteínas. Por isso é tão importante dar todo o leite de uma mama e só depois passar para a outra. (no inicio o Leo chegava a estar 20 minutos em cada mama)e na próxima mamada deve oferecer a mama que ele não esvaziou;
- Demore o tempo necessário - durante a amamentação você não oferece só leite mas atenção e carinho. Olhe o seu bebé nos olhos, fale ou cante para ele, torne este momento um momento de prazer para os dois.

Amamentar é carinho

Através da amamentação fornecemos a perfeita alimentação para o nosso bebé, mas não só. É carinho, atenção, calor, protecção...
O medo de não conseguir amamentar é na maioria dos casos sem fundamento. Ele existe por falta de apoio e informação. No entanto, muitas vezes demora e é complicado até que a mãe e o bebé se sintam bem com a amamentação. Temos que confiar no nosso pequenino - a linguagem corporal do nosso bebé diz-nos rapidamente se tem fome, se já está satisfeito ou se simplesmente só quer mimo.
Vou contar como as coisas aconteceram comigo. O meu tesouro nasceu na Alemanha, fui desde o nascimento incentivada e ajudada para que a amamentação corresse bem. O Leo nasceu prematuro (às 34 semanas) o que torna tudo ainda mais complicado, pois demora mais para que o leite se comece a formar. O parto foi de cesariana e de emergência o Bebé tinha que nascer :( Eu tinha o raro HELLP-sindrome. O Leo foi para a incubadora e transferido de hospital e eu fiquei 4 dias nos cuidados intensivos com algumas sequelas. Passados dois dias nos cuidados intensivos o meu leite começou a descer mas devido à medicação o Leo não o poderia beber, então eu tirava com uma máquina e deitava para o lixo (o que era muito difícil) para permitir que mais tarde tivesse oportunidade de amamentar. Tirava leite de 2 em 2 horas. E ao fim de 4 dias sai dos cuidados intensivos e levaram-me a ver o meu tesouro, finalmente... A partir do momento que já podia amamentar mandava o leite para a clínica do Leo e quando me permitiam ia eu mesma amamenta-lo, tempos complicados mas que valeram o sucesso :) o Leo aumentou muito bem de peso e quando recuperados fomos para casa. Amamentei o Leo exclusivamente até aos 6 meses e hoje com quase 10 meses amamento 3 a 4 vezes ao dia e corre lindamente :)
O inicio é muito complicado mas com muita força e apoio dos pessoal médico e da família consegue-se. Não há melhor que o leite materno, protege o nosso tesouro e dá-lhe segurança. Sabem que mais, com quase 10 meses o Leo nunca ficou doente :)

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Educar um filho

Que tipo de pessoa queremos preparar para que mundo? A forma de tratar o nosso filho é uma influência significativa na sua personalidade ou isso é culpa dos genes?
Muitas vezes ouvimos frases do tipo: "Que criança tão irrequieta? Tem mesmo cara de traquina. Não há nada a fazer"; "A tua filha é tão calminha e comporta-se lindamente."
Por vezes irmãos criados da mesma forma são tão diferentes, um anjo e um demónio... Qual é o nosso papel no meio disto tudo?
As crianças são todas diferentes, respondem de forma distinta aos mais variados estímulos. Porém, a nossa atitude perante elas poderá encontrar pontos em comum.
Não tenho duvidas, que pais dedicados tenham as melhores intenções quando educam um filho preparando-o para os desafios que este vai enfrentar no futuro, uma tarefa difícil e muitas vezes frustrante por ser difícil dar boas respostas a cada situação.
É importante que os pais valorizem os seus filhos pelo que eles são. E nós estamos para dar o exemplo, se ao acordá-lo pela manhã lhe dermos um bom dia com um sorriso ele acordará bem disposto, mas se pelo contrário chegarmos à porta do quarto e em voz alta o acordarmos com "Levanta-te que já é tarde, despacha-te!" não me parece que tenha o mesmo resultado. Se quando ele faz uma asneira em vez de o repreendermos imediatamente tentarmos compreender o que aconteceu e explicar-lhe que não se faz, não terá um resultado mais feliz? Nós adultos também fazemos asneiras...
Na minha opinião é tudo uma questão de atitude. Ao tratar alguém com carinho, atenção, dedicação colherá certamente melhores frutos.
É certo que há dias que não há paciência, que estamos cansados mas não podemos desesperar somos humanos cometemos erros, o importante é termos consciência disso e corrigi-los.
Pensamento positivo é a chave, deixa-nos bem dispostos e prontos para enfrentar os momentos mais dificeis. E claro, muito carinho à mistura :)

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Mãe não tem limite... é tempo sem hora

Ser mãe é Amar, Encaminhar e Educar aquele pequeno ser para a vida, uma tarefa séria e de imensa responsabilidade, a qual o instinto de ser mulher e mãe dedicada a torna mais fácil.
Muitas vezes surgem dúvidas: Será que estou a fazer o que está certo? Como a educação que dou irá interferir na vida do meu filho? Será que eu sei ser boa mãe?...  As respostas nem sempre aparecem claras ou no momento certo. Mas com certeza, aquele sentimento indescritível de segurar o nosso bebé, amamentá-lo, vê-lo crescer, enfim, estar com ele, dando de nós aquilo que nos vai na alma e no coração, são muitas vezes um ponto final às tantas dúvidas e medos que sempre irão surgir no decorrer da vida.
Não quero aqui menosprezar o papel do pai: o amor, a confiança... a segurança que o pai transmite são a peça complementar da criação de uma nova família. na qual se pretende que a criança cresça de forma mais saudável e equilibrada.
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